O fracasso
anda de mãos dadas com o sucesso. Portanto, o fracasso faz parte do nosso
processo de crescimento e desenvolvimento pessoal. Umas das formas de
aprendizagem é por tentativa e erro, logo o fracasso é algo inevitável. O
fracasso é uma condição da vida. Não saber lidar com o fracasso ou falha é
suprimir e não retirar vantagem desse processo natural de aprendizagem.
Usualmente o fracasso torna-se destrutivo sempre que o interpretamos como um
ataque ao nosso ego. Quando nos sentimos diminuídos, frustrados ou sem valor.
Se sente que
alguns dos seus fracassos o diminuem, olhe-os como resultados e não como se
fizessem parte de si ou daquilo que você representa. Não quero dizer com isto
que não deve fazer uma avaliação crítica aquilo que não consegue atingir ou que
correu mal na sua vida, nada disso.
O que pretendo dizer é que o fracasso não
tem de ser necessariamente avaliado como um ataque ao seu ego. Uma forma mais
construtiva de avaliar aos fracassos e/ou falhas é através de um distanciamento
saudável. Avaliando os seus passos, ações, estratégias e até mesmo algumas das
suas atitudes, mas sempre numa perspectiva construtiva. Ou seja, fazer essa
avaliação tendo sempre presente o aspeto positivo de superar-se numa próxima
oportunidade.
A antítese
do fracasso é o perfeccionismo. É o medo do fracasso levado ao extremo, não um
fracasso tradicional de não cumprir objetivos de vida, como objetivos pessoais,
desportivos ou profissionais, mas sim a obsessão de fracassar consigo mesmo na
grande maioria das tarefas que realiza, sejam prioritárias ou não. É como se em
tudo que a pessoa faz tivesse de ser “perfeito” e tudo o que faça que seja
menor que a suposta perfeição é considerado uma derrota pessoal.

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